Recursos interiores

 

Momentos de profundo encantamento. Há em nosso passado momentos mágicos, quando recordados entramos em uma condição difícil de descrever. É uma viagem que nos leva a reconhecer a beleza da vida. Ouça e boa viagem para você.

19 minutos

A qualidade da ação modela nosso íntimo. A ação, por atos e palavras,quando harmoniosa favorece nossas condições interiores e ao atribuímos qualidades inferiores prejudicamos o equilíbrio.

16 minutos

Paz, tranqüilidade e alegria.   A arte, contemplação e percepção aprimorada são recursos capazes de desenvolver esses estados.

14 minutos

Serenidade. A meditação e a contemplação recursos para essa conquista. Como manter serenidade mesmo que a agitação domine o ambiente.

16 minutos

Reconheça seus recursos interiores. Onde encontrar paz, tranqüilidade, criatividade, paciência, bom humor, tolerância. Isso e muito mais  está em você. Veja como tornar seus recursos disponíveis.

                                                                       Parte ( I )15minutos

                                                                      Parte ( II )17minutos

Segurança. O que será capaz de dar segurança? Será o dinheiro, a família, um bom emprego, fama, reconhecimento público. Essas coisas exteriores não oferecem a segurança. A segurança é condição a ser buscada em nosso interior.

 16 minutos

Obtenha o melhor com seus talentos. A melhor aplicação dos talentos são as oportunidades que precisam ser identificadas. Deixe de focalizar de maneira preponderante os problemas. A vida não é um problema e sim um desdobrar de oportunidades.

  15 minutos

Receitas de saúde interior. O livro "Sinal Verde",de André Luiz, reúne em páginas de simplicidade e clareza sugestões que podem mudar o nosso dia-a-dia.  Siga as recomendações e desperte seus recursos interiores mediante um exercício harmonioso sem sacrifícios.

     14 minutos

       

 

          Aquilo que verdadeiramente somos, a nossa essência, tem por denominação diversas expressões: eu superior, self, espírito.

Uma metáfora pode permitir uma apreciação do “ser” ainda que fique longe de uma real compreensão. 

Suponhamos que o início do “ser” possa ser comparado a uma semente. A semente reúne todos os recursos que irão permitir o surgimento de uma planta. Do exterior serão necessários o solo, ar e água, elementos capazes de disparar a germinação e o próprio crescimento da planta. Por mais importante que sejam os elementos exteriores não são eles que conferem as características essenciais da planta.

Quando lembramos da afirmação de que fomos criados à imagem e semelhança de Deus é possível supor que somos dotados de condições que recomendam exaltarmos nossa natureza. Como seres nos desenvolvemos a partir de uma “semente” que podemos chamar de Divina já que foi criada por Deus.

As nossas experiências, voltadas para o  exterior, podem ser comparadas com o que as  plantas buscam para o seu crescimento, ou seja o solo, o ar e a água. As experiências realizadas nas diversas encarnações e no plano espiritual permitem, com a nossa vida de relação, despertarmos nossas potencialidades. Relação  corresponde à nossa ligação com tudo que forma o mundo exterior: os reinos hominal,  animal, vegetal e mineral.

Os nossos recursos, entretanto, devem ser buscados em nosso interior. A síntese de todos os recursos, decorrentes de uso segundo as Leis Divinas, pode ser entendida como condição para alcançarmos  plenitude, ou ainda  a  felicidade. É o encontro de nossa unidade com Deus.

A experiência de uma criança que busca conseguir andar pode ilustrar o nosso assunto. Essa capacidade está na própria criança, os estímulos exteriores, ao observar os outros que andam, permitem à criança exercitar a capacidade nela existente de forma latente.

Quando buscamos paz, tranqüilidade, criatividade, paciência, tolerância, amor, como também a raiva, ansiedade, impaciência, intolerância e outros recursos é em nosso interior que iremos encontrá-los.

Pode ser surpreendente considerar também como recursos aquilo que usualmente classificamos como negativos. Positivos ou negativos não são os recursos e sim os resultados que obtemos com a sua utilização. Alcançamos sabedoria quando temos a capacidade de usar os recursos e obtermos resultados que estejam de acordo com a Regra de Ouro: faça aos outros aquilo que deseja que os outros façam para si mesmo.

Os assuntos abordados, nas diversas gravações, devem ser classificados como uma simples introdução que busca motivar para a grande caminhada que podemos chamar de autodescobrimento ou de autoconhecimento.

 

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