SOCIEDADE

    SISTEMAS POLÍTICOS, ECONÔMICOS E SOCIAIS

 

Voto distrital

O modelo brasileiro de votação para a Câmara dos Deputados faz duas vítimas a cada pleito: a lógica e o eleitor. A lógica, porque regras obtusas permitem, por exemplo, que votos dados a um candidato sejam usados para eleger outro. O eleitor, porque a ineficiência do processo faz com que, semanas depois de ir às urnas, ele mal lembre em quem votou (o que joga por terra o propósito essencial da eleição": selecionar representantes dos cidadãos no Congresso). A fim de corrigir essas distorções, um grupo de empresários e estudantes de São Paulo está propondo a adoção do voto distrital no Brasil. O modelo parte da divisão do país em distritos (no caso do Brasil, 513 - o mesmo número de cadeiras na Câmara), que elegeriam, cada um, o seu representante.

 

Ouvir

A aurora dos cinquentões                

Eles têm experiência e vitalidade. Em vez de esperarem passivamente pela velhice, criam seus próprios negócios, estudam para manter a mente ativa e enveredar por outra profissão. Também se divertem na intimidade.

A explicação de fundo para isso é, digamos, de saúde pública: as pessoas estão vivendo mais, e envelhecem melhor.

As consequências da mudança são as mais diversas. Fazem-se sentir no mercado de trabalho, nas universidades, na vida privada.

·         Trocam de bom grado o pijama de aposentado pela ousadia de abrir uma empresa.

·         Preenchem vagas de destaque, e muito bem remuneradas, num mercado carente de mão-de-obra qualificada.

·         Seu contingente aumenta nas carteiras do ensino superior, no qual eles são calouros com pinta de veteranos.

·         Gente madura que faz ioga, musculação ou corrida,

·         Como disse o satirista inglês P.G. Wodehouse,  sabem que não existe cura verdadeira para os cabelos grisalhos – e, por isso mesmo, fazem deles o melhor uso possível.

Ouvir

A esperança de uma nota só

Eis aqui este sambinha feito numa nota só - Outras notas vão entrar mas a base é uma só.

Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque, ou como é mais conhecido Senador Cristovam Buarque foi candidato a Presidente do Brasil na última eleição. O seu programa de governo tinha um único propósito: Educação. Muitos ironizaram afirmando que o Senador era um candidato de “uma nota só”.

O “sambinha” de Tom Jobim esclarece logo no início que “outras notas vão entrar, mas a base é uma só”. A grande “Sinfonia Brasil” pode ter como fundamento uma nota só, a Educação, mas todas as demais notas – saúde, segurança, economia, desenvolvimento social e outras – vão entrar como sugere o samba.

O meu voto, no primeiro turno das eleições, foi para o Senador. Pensando melhor o meu voto foi para a sua proposta, que há de ser vitoriosa. Sempre que houver oportunidade darei minha contribuição para a vitória do “Brasil de uma nota só”, o Brasil da Educação.

No último carnaval, a Escola de Samba Vai-Vai foi vencedora do desfile das escolas de São Paulo. Desfilou no sambódromo com enredo que teve como tema “Acorda Brasil: A Saída é Ter Esperança”. Foi baseado em uma peça de teatro de Antonio Ermírio de Morais, que aborda a Educação no Brasil.

Será que agora a Educação vai-vai. Será que quando a educação desfila pela passarela do samba é porque começa a ganhar condição de prioridade nacional?

Ouvir

Brincar é coisa séria

As crianças brasileiras não brincam o bastante. Esse é o cenário revelado pelo maior e mais minucioso levantamento já feito no Brasil sobre o hábito de brincar de meninos e meninas entre 6 e 12 anos. Encomendada pela multinacional Unilever e conduzida pelo Instituto Ipsos, a pesquisa foi feita em 77 cidades – um universo que representa 31,5 milhões de pais e 24,3 milhões de crianças. O resultado é preocupante porque dedicar pouco tempo aos jogos pode comprometer o desenvolvimento infantil. Brincar é um dos quatro parâmetros usados para medir o bem-estar de uma criança – ao lado da qualidade do sono, da alimentação e da higiene. Como definiu Brian Sutton-Smith, um dos principais educadores dos Estados Unidos: "O contrário de brincadeira não é trabalho. É depressão". Crianças que brincam mais se tornam jovens e adultos melhores. Os jogos e divertimentos (civilizados, é claro) estimulam a inteligência, ensinam valores, colocam a criança em contato com suas habilidades e dificuldades, despertam a imaginação e a criatividade e aliviam tensões.

Ouvir

Crianças: reprimi-las ou amá-las

Nas escolas a aplicação da palmatória, vara de marmelo e ajoelhar-se em grãos de milhos foram tidos como recursos para a educação das crianças. Hoje os pais não aceitam esse procedimento, caso fossem aplicados em seus filhos logo procurariam a delegacia de polícia para fazer um boletim de ocorrência.

Consideremos o cenário doméstico, local de maior permanência das crianças. Estatísticas demonstram que há violência física em cerca de 30% dos lares. Cerca de 60% dos adultos relatam terem sido espancados em sua infância.

No lar as agressões não ficam limitadas à violência física, somam-se as de natureza verbal e vibratória. Consideradas as três modalidades de violência no lugar da desarmonia ocupar apenas 30% dos lares o mais correto é admitir isso em quase 100% dos lares.

Ouvir

Construindo a paz no lugar de combater a violência

Diante da pergunta: quem deseja a paz, obtém-se resposta afirmativa de todos os interrogados. Se todos desejam por que não temos a paz.

        Esse paradoxo encontra explicação quando são considerados dois equívocos em relação à conquista da paz. Cobra-se a paz dos outros e busca-se a paz combatendo a violência.  

      Tanto na colheita de cenouras como na colheita da paz é necessário que haja semeadura. Isso faz parte da lei de causa e efeito, à cada um será dado segundo suas obras. Dessa forma, teremos paz segundo nossa semeadura  através de nossos atos, palavras e pensamentos.

Ver 

Evangelho no Lar

A Doutrina Espírita confere importância fundamental para o estudo e à prática da caridade.  Estudo aqui entendido como o propósito de desenvolvimento intelectual em todos os sentidos e não apenas das questões de natureza religiosa.  Não poderia, entretanto, deixar de convidar os seus seguidores para que se empenhem no estudo dos fundamentos da Doutrina Cristã, encontrados no EVANGELHO que nos chega pela obra dos quatro evangelistas Mateus, Marcos, Lucas e João, agora complementada pelas vozes do além, que se apresentam através de um imenso trabalho mediúnico responsável pela psicografia de milhares de livros.

“O EVANGELHO NO LAR” é uma prática que permite o estudo dos ensinamentos de Jesus nos lares espíritas.  É o momento em que todos que habitam o mesmo teto – essa é a abrangência  da família para o propósito da prática – se reúnem e convidam o Mestre Jesus para que proteja e envolva a todos em sua luminosa aura, ensejando à família o aprofundamento da compreensão de seu EVANGELHO.

 Ler

Ensinamentos de Jesus nas instituições espíritas

O ensino  deve reconhecer que o propósito da vida é sermos felizes. Deus assim determinou quando de nossa criação. Indicará que a prática do bem é o único recurso que leva à concretização do propósito da vida. Com isso destaca o essencial para que não haja a preponderância de polêmicas com o assessório, por mais atraente que possa ser.    Ensinar que o reconhecimento da verdade passa por um processo de  aprofundamento da percepção e que não se deve colocar esta como sendo a própria verdade. Fortalecer a fé pelo raciocínio é imperativo para melhorar a percepção. Lembrando ainda que a verdade se impõe por ela mesma, não necessita de defensores. Adotar a pedagogia de Jesus é um imperativo tanto em relação ao conteúdo quanto  na forma. O conteúdo tem aceitação maior quando comparada à consideração da  forma utilizada pelo Mestre. A pedagogia de Jesus tem como atributos: amor no lugar do terror, realça virtudes no lugar de defeitos, respeita o livre-arbítrio e os níveis de consciência.     O ensino deve incentivar  ações que levem à formação de livres-pensadores; eliminação de dependências, de qualquer espécie, para chegar à independência e à interdependência; desenvolvimento da excelência humana e construir pontes no lugar de muros.

Ver

Miséria zero                                 

       Ricardo Paes de Barros, economista do IPEA-Instituto de Pesquisas Aplicadas, estuda por vinte anos a questão da miséria. Entrevista, realizada por Fernando Dantas, publicada no jornal "O Estado de São Paulo, em seu caderno Aliás, de 16 de janeiro de 2005, permite conhecermos os programas de primeira, segunda e terceira gerações, voltados à erradicação da miséria.

     Será que a fome é a única necessidade básica da população mais pobre com a qual temos de nos preocupar? Ricardo mostra que a resposta à questão vai além do dever moral do Estado reduzir para próximo de zero o número de brasileiros com renda suficiente para um nível mínimo de dignidade material.   A transferência de renda não deve ser apenas uma política “compensatória”, aquela conhecida pela metáfora surrada: dá o peixe, mas não ensina a pescar.  Esta é a política social de primeira geração. Temos que avançar com os programas de segunda geração e chegarmos aos de terceira geração.

Ouvir

   

   Não somos racistas       

      Os estudos da estrutura genética dos seres humanos demonstram que as diferenças existentes entre todos os indivíduos são insignificantes, impossibilitando a classificação em raças. Na Terra só existe uma raça, a raça humana. A cor da pele -- negra, branca, amarela, vermelha -- é atributo insuficiente para identificação de raças diferentes.

      Quando consideramos a condição espiritual dos humanos, pela possibilidade de sucessivas reencarnações, temos mais uma contribuição em favor da desclassificação da divisão racial. Somos espíritos, em nossas reencarnações ocupamos corpos que podem ser negros, brancos, amarelos ou vermelhos.

        Diante dessa perspectiva podemos perguntar qual é a cor dos espíritos? Caso os espíritos tenham cor ela deve ser a mesma de Deus que os criou à Sua imagem e semelhança. 

Ouvir

Terceiro milênio o encontro com o espírito

De tempos em tempos a humanidade é sacudida por grandes transformações como aquela originada pela contribuição de Copérnico que destronou a Terra de sua posição de centro de universo.  Todos os campos de conhecimento foram grandemente afetados, especialmente a religião, a filosofia e aquilo que viria a ser chamada de ciência.   A revolução científica é outra dessas grandes transformações.  Outras poderiam ser enumeradas mas essas são as principais quando o passado é considerado.   Muitos entendem que a humanidade está vivendo o limiar de outra transformação, mais importante que as revoluções copernicanas e científica.  Trata-se de uma mudança de paradigma onde a consciência ou espírito surge com maior força do que o velho paradigma materialista.   Enquanto o paradigma materialista reconhece na matéria a única expressão da realidade, constituindo-se a consciência em uma emanação desta ou seja um epifenômeno, o paradigma espiritualista enfatiza ser o espírito a única realidade,  a matéria é uma das formas em que o espírito se torna manifesto

 Ler

 
EU RECOMENDO

       SITE

   Todos pela educação

  Iniciativa da sociedade civil

LIVRO

  O mundo é plano

 Thomas L. Friedman - Ed. Objetiva

LIVRO

  Não somos racistas

 Ali Kamel - Ed. Nova Fronteira

 

 

 

Copyright (C) 2007 Leonardo Kurcis Reservado