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Os 15 capítulos do
livro "O 8º Hábito", de Stephen R. Covey, foram abordados em 23 gravações
que totalizam cerca de 13 horas. Trata-se de extenso material que permite
estudo sistemático e aprofundado. Dessa forma, recomendamos a leitura do livro acompanhada de
audição das gravações. O aproveitamento será maior ainda se o estudo do 8º
Hábito for precedido pela leitura do livro "Os 7 Hábitos das Pessoas Muito
Eficazes" do mesmo autor.
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informações
Caso tivesse que organizar uma biblioteca, com apenas os livros mais
importantes, os dois teriam lugar de destaque.
A
recomendação dos livros de Stephen R. Covey tem um único propósito, oferecer
uma contribuição capaz de oferecer uma vida rica de realizações. Mercedes
Marin e Leonardo Kurcis não possuem nenhum interesse comercial nessa
divulgação. |
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(Capítulos 1 -2 -3)
A DOR
- Queixas de pais,
trabalhadores, fornecedores, gerentes, profissionais de nível superior
e executivos. Milhões de pessoas.
• Ninguém
me dá valor. Meu chefe nem tem idéia de minha capacidade
• Não me sinto necessário - nem no trabalho, nem para meus filhos
adolescentes, nem para meus vizinhos e minha comunidade, nem para minha
mulher -, exceto na hora de pagar as contas.
• Não estou conseguindo ganhar o suficiente para pagar as contas.
Parece que nunca vou progredir.
• Sinto um vazio por dentro. Minha vida não tem sentido, está
faltando alguma coisa.
• Eu me sinto só.
• Estou entediado - só fazendo hora. A maior parte das coisas boas
acontece fora do local de trabalho
• Estou atolado para cumprir as metas. A pressão por resultados é
incrível. Simplesmente não tenho tempo nem recursos para fazer tudo o que
pedem.
• Com uma esposa que não entende e crianças que não escutam nem
obedecem, minha casa não é melhor do que o escritório.
• Não posso mudar as coisas.
O PROBLEMA
- Em alguns séculos, quando a história de nossos dias for escrita com uma
perspectiva de longo prazo, é provável que o fato mais importante não seja a
tecnologia e nem a Internet. Será uma mudança sem precedentes da condição
humana. Pela primeira vez um número substancial e crescente de pessoas
tem escolhas. E a sociedade está totalmente despreparada para isso.
PETER DRUCKER
A SOLUÇÃO
- Descobrir
e expressar a voz interior, nossa verdadeira natureza que compreende três
presentes de nascença. Desenvolver e usar com integridade nossa
inteligência, segundo as quatro partes de nossa natureza, para alcançar
visão, disciplina, paixão e consciência.
(Início)
39
min
(Continuação)
37
min
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(Capítulo 4)
Há tantos presentes que ainda não foram abertos desde seu nascimento. Há
tantos presentes feitos a mão que Deus lhe enviou. O Amado não cansa de
repetir "Tudo o que tenho é também teu". Há tantos presentes, querido, que ainda não foram abertos desde seu
nascimento. (HAFIZ grande Mestre Sufi.)
A força para descobrir a voz interior decorre do potencial que nos coube ao
nascer. Latentes e subdesenvolvidas, as sementes da grandeza estavam
plantadas. Recebemos magníficos "presentes" ou dons de nascença - talentos,
capacidades, privilégios, inteligência, oportunidades - que podem ficar em
grande parte dormentes, a menos que tomemos decisões e façamos esforços.
Dados esses dons, o potencial da pessoa é impressionante, quase infinito.
Realmente não temos idéia da capacidade das pessoas.
A autora Marianne Williamson falou
belamente de como muitas vezes ficamos impressionados, até receosos desses
dons de nascença - em grande parte, acredito, pelo senso de responsabilidade
que nos impõem: "Nosso receio mais profundo não é o da inadequação. Nosso
receio mais profundo é o de sermos poderosos além da conta. É nossa luz, não
nossa escuridão, o que mais nos apavora. Perguntamos a nós próprios, quem
sou eu para ser brilhante, maravilhoso, talentoso, fabuloso? Na verdade, por
que não sê-lo? Somos filhos de Deus. Fingir sermos pequenos não serve ao
mundo. Nascemos para manifestar a glória de Deus que há em nós."
32 min
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(Apêndice 1)
Se pudermos subordinar o corpo ao espírito - isto é, nossos apetites e
paixões à consciência -, nos tornamos mestres de nós mesmos. As pessoas
cujas vidas são uma função de seus apetites e paixões mais do que de sua
consciência não podem se doar. Para elas, o espaço entre o estímulo e a
resposta se estreita - perdem sua liberdade pessoal, embora pensem que a
estão exercendo. O corpo é um bom servo, mas um mau senhor.
As pesquisas mostram claramente que a
incapacidade de gerenciar a si mesmo de modo eficiente conduz ao
envelhecimento prematuro, à redução da clareza mental, e até bloqueia o
acesso à nossa inteligência inata. O oposto também é verdadeiro: o aumento
da coerência interna leva a uma maior eficiência de todos os aspectos
psicológicos e a uma maior criatividade, adaptabilidade e flexibilidade.
DOC CHILDRE E
BRUCE CRYER
As condições para o desenvolvimento
das 4 inteligências são as seguintes:
• Inteligência física: a)
Alimentação sábia; b) Exercício regular equilibrado; c) Repouso adequado,
relaxamento, gerenciamento do estresse e pensamento preventivo.
• Inteligência mental: a)
Estudo e formação contínuos, disciplinado e sistemáticos; b) Cultivo da
autoconsciência; c) Aprender ensinando e fazendo.
• Inteligência emocional:
a) Autoconsciência; b) Motivação pessoal; c) Auto-regulação; d) Empatia; e)
Habilidades sociais.
• Inteligência espiritual:
a) Integridade, fidelidade aos nossos valores superiores e à nossa
consciência; b) Sentido, contribuição a pessoas e causas; c) Voz,
alinhamento do trabalho com nossa vocação e nossos dons específicos.
37 min |
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(Capítulo 5)
Quando estudamos a vida de todos os grandes realizadores encontramos um
padrão. Com esforço persistente e luta interior, ampliaram grandemente suas
quatro inteligências ou capacidades humanas inatas. As manifestações mais
elevadas dessas quatro inteligências são: Visão, para a mental. Disciplina,
para a física. Paixão, para a emocional. Consciência, para a espiritual.
Visão
é ver com os olhos da mente o
que é possível nas pessoas, nos projetos, nas causas, nos empreendimentos. A
visão ocorre quando nossa mente junta a necessidade com a possibilidade.
Quando as pessoas não têm visão, quando negligenciam o desenvolvimento da
capacidade mental de criar, elas ficam presas à tendência humana da
vitimização.
Disciplina
é pagar o preço
da transformação da visão em realidade. É lidar com os fatos difíceis,
pragmáticos, brutais da realidade e fazer o necessário para que as coisas
aconteçam. A disciplina surge quando a visão se junta à dedicação.
Paixão
é o fogo, o
desejo, a força da convicção e o impulso que sustenta a disciplina para
realizar a visão. Quando não há uma paixão o espaço é preenchido pela
insegurança e pelo burburinho vazio de milhares de vozes que compõem o
espelho social.
Consciência
é o sentido
moral interior do certo e do errado, o
impulso para buscar sentido e contribuir. É força orientadora da visão, da
disciplina e da paixão. Contrasta fortemente com a vida dominada pelo ego.
35 min |
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(Capítulo 6)
Liderar é comunicar
às pessoas seu valor e seu potencial de forma tão clara que elas
acabem por vê-los em si mesmas. Apontar as fraquezas é a última coisa que
um líder pensará em fazer.
• O papel mais essencial
dos pais e avós é transmitir, de todos os modos possíveis, o valor e o
potencial de seus filhos e netos de forma clara, para que eles acreditem
realmente e possam agir em conseqüência. Se este espírito se espalhar em
nossa cultura e em nossa sociedade, o impacto na civilização mundial seria
inimaginavelmente magnífico.
• O mesmo interesse deve estar
presente nos relacionamentos. Destacar no outro o seu valor e o potencial.
• O maior desafio dentro
das organizações é estabelecê-las e pô-las a funcionar de modo que
permita a cada pessoa sentir interiormente seu valor inato e seu potencial
de grandeza e de participação com seus talentos e sua paixão - em outras
palavras, sua voz -, para atingir o propósito e as mais altas prioridades da
empresa, de forma centrada
em princípios.
(Início)
32 min
(Continuação) 35 min |
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(Capítulo 7)
A filosofia grega da
influência chamada etos, patos, logos é uma excelente síntese do processo de
aumento de nossa influência.
• O etos
representa basicamente nossa natureza ética, nossa credibilidade pessoal, a
confiança que os outros têm em nossa integridade e competência Quando as
pessoas cumprem, coerentemente, suas promessas de forma centrada em
princípios, e fazem o que se espera delas, elas têm etos, (Inteligência
espiritual).
• O patos
é a empatia - é o lado do sentimento. Significa que entendemos os
sentimentos de outra pessoa, quais são suas necessidades, como ela vê as
coisas e o que está tentando comunicar – (Inteligência emocional).
• O logos
representa a lógica. Tem a ver com a força e a persuasão
de nossa apresentação, de nosso pensamento – (Inteligência
mental). (Início)
35 min
(Continuação) 38 min |
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(Capítulo 8)
A qualidade
suprema de um líder é, sem dúvida, a integridade. Sem ela, não é possível
qualquer sucesso real seja entre um grupo de operários, uma equipe de
futebol, um exército ou um escritório. DWIGHT
DAVID EISENHOWER
De todas as falhas da liderança, 90% são falhas de caráter. Em pesquisa junto a mais
de 54 mil pessoas para identificar as qualidades essenciais do líder; a
integridade foi a que veio em primeiro lugar.
Em muitos ambientes de nossos dias está fora de moda falar de caráter.
Passou a ser considerado uma coisa ligada à religião. Algumas pessoas se
indagam se nossos valores interiores ainda têm alguma importância.
Essa pergunta
demonstra o dilema da vida moderna. Muitos acreditam que, para chegar ao
sucesso, precisamos apenas de talento, energia e personalidade. Mas a
história nos ensina que, no longo prazo, é mais importante o que somos do
que o que aparentamos ser.
No longo prazo, o
caráter é o fator decisivo na vida de uma pessoa e de uma nação.THEODORE
ROOSEVELT
(Início)
35
min
(Continuação) 36 min
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(Capítulo 9)
Quase todo o trabalho do mundo é feito mediante relações entre pessoas e nas
organizações. Mas como haver comunicação se não há confiança? É impossível.
É como andar em campo minado. E se a comunicação for clara e exata, sem que
haja confiança? Ficaremos procurando sempre significados ocultos e segundas
intenções. A falta de confiança é a própria definição de um mau
relacionamento.
E como é a comunicação quando há grande confiança? É fácil, sem esforço,
instantânea. O que acontece quando, numa situação de grande confiança,
erramos? Os erros têm pouca importância. As pessoas nos conhecem.
A confiança é a cola da vida. É a cola que mantém unidas as organizações, as
culturas e os relacionamentos.
(Início)
35 min
(Continuação) 36 min
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(Capítulo 10)
A Terceira Alternativa não é a minha, não
é a sua - é a nossa. Não é uma conciliação a meio caminho entre a minha
solução e a sua, é melhor do que um acordo. A terceira
alternativa é o que
os budistas chamam de caminho do meio - uma posição intermediária superior
que é melhor do que qualquer uma das outras duas, como o ápice de um
triângulo. Saber escutar, com o propósito de compreender, é importante
condição para que a terceira alternativa seja alcançada.
A comunicação é
sem dúvida a mais importante habilidade da vida. Há basicamente quatro
formas de comunicação: leitura, escrita, fala e escuta. Dessas quatro formas
de comunicação, a que representa entre 40% a 50% de nosso tempo de
comunicação é a escuta - a forma de comunicação que menos treinamos. A
maioria de nós passou anos e anos aprendendo a ler, escrever e falar. A maioria
das pessoas pensa que sabe escutar porque o faz continuamente. Mas na
verdade estão ouvindo dentro de seu próprio ponto de vista.
Os índios dos Estados Unidos e do Canadá oferecem excelente recurso para que
haja empenho em ouvir para compreender, usam o Bastão Falante. A teoria que está
por trás é a seguinte: sempre que as pessoas se reúnem, o Bastão
Falante está presente. Somente a pessoa que o empunha pode falar. Enquanto o
estiver segurando, a pessoa pode falar até ter certeza de que foi entendida.
Os outros não podem apresentar observações, argumentos, não podem concordar
nem discordar. Tudo o que podem fazer é procurar entender quem está falando
e articular esse entendimento.
Logo que a pessoa se sente entendida, passa o Bastão e procura que essa
outra pessoa se sinta entendida. Enquanto ela faz suas observações, é
preciso ouvir, reafirmar e mostrar empatia até que ela se sinta realmente
entendida. Desse modo, todas as partes envolvidas se responsabilizam por
100% da comunicação, tanto a fala quanto a escuta.
Quando todas as partes se sentem entendidas, costuma acontecer algo
impressionante. A energia negativa se dissipa, as discordâncias se evaporam,
aumenta o respeito mútuo e as pessoas se tornam criativas. Surgem novas
idéias. Aparecem as Terceiras Alternativas.
(Início)
38 min
(Continuação) 34 min
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(Capítulo 11)
Num estudo feito
por um grupo americano, descobrimos algumas estatísticas
reveladoras por que a execução falha e por que as metas não são traduzidas
em ação para a linha de frente.
• Primeira descoberta: apenas 15% dos
entrevistados podem realmente identificar a meta mais importante de sua
empresa.
Ou existem metas demais ou elas mudam freqüentemente ou simplesmente não
existem. Na maioria dos casos, elas não são comunicadas. Só porque os
líderes sabem o que querem alcançar, não significa que a linha de frente,
onde a ação realmente acontece, saiba quais são as metas. E é a linha de
frente que produz os resultados finais.
• Segundo:
as pessoas podem
conhecer as metas, mas muitas vezes não as compraram. Apenas 19% dos
entrevistados disseram que se sentiam comprometidos com as maiores metas da
organização. Isso é apenas 1 em 5. Há várias razões para isso, mas a
principal é que eles não se sentem parte do sistema. Eles não acham que
interferem no que será necessário para alcançar a meta. Eles não estão
emocionalmente conectados com a meta. Se não há envolvimento, não há
compromisso.
• Terceiro:
os entrevistados disseram
que gastavam apenas 49% de suas horas disponíveis em suas metas crucialmente
importantes. O resto do tempo é gasto em atividades urgentes, mas muito
menos importantes. Eles se distraem tanto com as coisas urgentes que
negligenciam as coisas mais importantes.
• Finalmente:
as pessoas podem saber quais
são as metas e maiores prioridades, podem até se comprometer, mas não sabem
o que fazer com essas informações. De fato, 51% dizem que pessoalmente não
entendem o que devem fazer para ajudar sua empresa alcançar suas metas.
Imagine a energia e criatividade que é liberada quando todos na organização
estão comprometidos e envolvidos em alcançar as metas. Considere o impacto
econômico quando todos na equipe estão gastando a maior
parte
de seu tempo em grandes prioridades. Pense no que pode ser conseguido quando
cada jogador no time sabe exatamente o que fazer. As possibilidades são
ilimitadas.
(Início)
34 min
(Continuação) 36 min
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(Capítulo 12)
A organização é a segunda fonte principal de confiança. Quando pessoas
confiáveis trabalham em estruturas e sistemas que não estão alinhados com os
valores da organização, predominam sempre os sistemas não-confiáveis.
Simplesmente a confiança não existe. Esses sistemas e processos acabam incorporados à organização, pela tradição e pelas expectativas
culturais, que são muito difíceis de modificar.
Apenas 48% acreditam que suas organizações respeitam seus
valores. Por
exemplo, quase todas as organizações falam da importância do trabalho em
equipe e da cooperação, mas têm sistemas que recompensam a
concorrência interna.
Se o sistema de valores põe em
primeiro lugar a cooperação e a sinergia, então o sistema de remuneração
deve recompensá-las. Isso não quer dizer que o esforço e o desempenho
individuais não devam também ser recompensados. A remuneração pode levar em
conta a cooperação e a sinergia, mas não ter espaço para o individualismo
dentro da equipe.
Muitas organizações caem na armadilha de recompensar apenas o esforço
individual às expensas do esforço cooperativo. O valor da cooperação é
apenas citado da boca para fora, mas não está presente no sistema de
reconhecimento e recompensa.
É
preciso lembrar mais uma vez que os sistemas sobrepujam "no fim de cada dia"
a retórica ou as boas intenções.
O
trabalho de alinhamento não termina nunca. Exige esforço e ajustamento
constantes porque lida com muitas realidades mutáveis. Os sistemas, as
estruturas e os processos precisam se manter flexíveis para acompanhar essas
mudanças. Contudo, eles devem estar alicerçados em princípios imutáveis. Com
essa combinação de imutabilidade flexível, criamos uma organização que é
simultaneamente estável e ágil.
(Início)
35 min
(Continuação) 35 min
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(Capítulo 13)
A maioria das organizações, incluindo nossos lares, é excessivamente
gerenciada e pouco liderada.
Na família isso pode ser observado a partir de um drama matinal quando a mãe
se encarrega de indicar e cobrar nos mínimos detalhes os procedimentos de
seus filhos, desde o momento que devem acordar, cuidar da higiene,
escolher e vestir roupas, tomar o café até estarem prontos quando chega o
transporte escolar.
Quando a família oferece a possibilidade de seus membros assumirem
responsabilidade pelas tarefas surgem os talentos. Contrariamente do que se
pensa não há necessidade de monitoramento de cada passo, convém fixar os
resultados, ou seja os objetivos a serem alcançados, e criar espaço para a
iniciativa das pessoas.
O mesmo acontece nas organizações. Com receio de perder o controle muitos
supervisores preferem adotar procedimento semelhante ao do drama matinal
vivido por muitas famílias. Tolhe-se o talento, quando isso acontece não há
como mobilizar as pessoas para que trabalhem com paixão.
Nesse capítulo é apresentado um caso onde faxineiros, liberados e
estimulados em seus
talentos, deixam de ser "mão-de-obra" e se transformam em trabalhadores
do conhecimento.
35
min
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(Capítulo 14)
A diferença entre o que fazemos e o que somos capazes de fazer resolveria a
maior parte dos problemas do mundo.
MAHATMA GANDHI
Nenhuma empresa pode cumprir seus compromissos ou se adaptar bem às mudanças
a menos que todos os líderes pratiquem a disciplina da execução em todos os
níveis. A execução tem que fazer parte da estratégia da empresa em seus
objetivos. É o elo que une aspirações e resultados.
RAM CHARAN e LARRY BOSSIDY
Em nossos dias, a execução é o grande tema ignorado na maioria das
organizações. Uma coisa é ter uma estratégia clara, outra muito diferente é
implementá-la e concretizá-la de fato, executá-la. Na verdade, a maioria dos
líderes concordaria com a idéia de que estariam muito melhor se tivessem uma
estratégia média com uma execução magnífica do que uma estratégia magnífica
executada de forma medíocre. Os que executam sempre estão em vantagem.
Há
seis elementos centrais que conduzem a execução na organização: clareza,
dedicação, tradução, capacitação, sinergia e cobrança de responsabilidades.
Segue-se que as falhas na execução geralmente são falhas num ou mais desses
seis fatores. Vamos chamá-los de lacunas da execução.
(Início)
37min
(Continuação) 34 min
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(Capítulo
15)
GORDON B. HINCKLEY, 92
ANOS
Não sou mais um jovem cheio de energia e vitalidade. Sou dado à meditação e
à prece. Gostaria de sentar numa cadeira de balanço, tomando remédios,
ouvindo música suave e contemplando as coisas do universo, mas essa
atividade não oferece desafios nem contribui para nada. Quero estar ativo e
fazendo coisas. Quero enfrentar cada dia com resolução e propósito. Quero
usar cada hora de trabalho para dar incentivo, para abençoar aqueles cujo
fardo é pesado, para fortificar a fé e a força do testemunho. É a presença
de pessoas maravilhosas que estimula a adrenalina. É o brilho do amor em
seus olhos que me dá energia.
RABINDRANATH TAGORE
Dormi e sonhei que a vida era alegria. Acordei e vi que a vida era servir.
Agi e vi que servir era alegria.
JOHN D.
ROCKEFELLER, JR.
Acredito que a prestação de
serviços úteis é o dever comum da humanidade e que a escória do egoísmo é
consumida no fogo purificador do sacrifício, liberando a grandeza da alma
humana.
ANÔNIMO
Busquei meu
Deus e não o pude encontrar. Busquei minha alma e ela me fugiu. Busquei meu
irmão para atendê-lo em sua necessidade, e encontrei os três - meu Deus,
minha alma e tu.
NATHAN ELDON TANNER
Servir é o aluguel que pagamos para viver neste nosso mundo.
DAG HAMMARSKJÕLD
Não teremos feito o suficiente enquanto ainda houver a possibilidade de que
tenhamos algo de valor com que contribuir.
• Sem ir além e atender as
necessidades humanas, nós não expandimos nem desenvolvemos realmente nossa
liberdade de escolha como poderíamos.
• Crescemos mais, pessoalmente, quando nos
doamos aos outros.
• Nossos relacionamentos
melhoram e se aprofundam quando tentamos juntos servir nossa família, outra
família, uma organização, uma comunidade ou outra necessidade humana.
32
min |
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